terça-feira, 26 de junho de 2018

Por que ofender uma boceta rosa , choca mais que matar um menino negro.Ponte Jornalismo

A visibilidade de um atentado à imagem de uma mulher branca produz muito mais adesão do que o extermínio das vidas negras e periféricas

“Ele não viu que eu estava com a roupa de escola, mãe?”
Esta foi a frase de Vinícius, 14 anos, baleado nas ruas da Maré no momento em que o helicóptero blindado da Polícia Civil do Rio de Janeiro abria fogo em direção ao solo. Vinícius agonizou nos braços da mãe, foi socorrido ao hospital muito tempo depois, teve órgãos retirados, suturas por todo o corpo, mas não resistiu aos ferimentos e estilhaços de bala que o destruíram.
A operação da Polícia Civil marcou a estreia do helicóptero blindado, chamado de Caveirão Voador. Um equipamento de altíssimo custo e de uso totalmente questionável em operações urbanas como a que vitimou Vinícius. O contexto é da intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro, cuja condução foi entregue ao Exército Brasileiro. O Caveirão Voador representa um aprofundamento da estratégia de combate aberto contra a população civil de áreas pobres, com população majoritária negra, sob a justificativa de “combater o crime”.
A possibilidade de que se possa abrir fogo contra a população civil em territórios de favelas é a face mais aberta e violenta do racismo que estrutura a sociedade brasileira, permitindo que as vidas de jovens negros sejam exterminadas em nome da defesa de vidas brancas, cidadãs de bem. As favelas são o lugar social construído no pós-abolição para concentrar a população negra expropriada de formas de existência, excluída do mercado de trabalho, das formas de participação social, sem nenhuma reparação pela escravização, sem nenhuma política de distribuição de oportunidades, por mais de um século.
A intervenção federal e a militarização da segurança pública seguem com o apoio de uma parte significativa da sociedade brasileira, que apoia operações nas favelas. Técnicas de guerra são utilizadas até mesmo pela Polícia Civil, à qual a Constituição Federal reservou o papel de polícia de investigação.
Outro detalhe do contexto é a Copa do Mundo na Rússia. Na primeira semana do evento global, o vídeo de um grupo de torcedores brasileiros viralizou por ser considerado ofensivo em razão de uma mulher loira ser levada a repetir palavras em uma língua que não domina. Acreditando torcer para a equipe do Brasil, a moça branca repete: boceta rosa! O episódio tornou-se um escândalo. Inúmeros posts, artigos de opinião, reportagens foram veiculados nas redes sociais e nas mídias hegemônicas e alternativas. Houve notas de repúdio, mensagens pedindo punição rigorosa dos abusadores. Ativistas do feminismo reverberaram fartamente o episódio, denunciando-o como machista e inaceitável.
Chama especial atenção no escândalo da boceta rosa a disposição diligente do público em condenar o constrangimento de uma mulher branca, russa, bem vestida, muito bonita. Sem iminência de violência física, o constrangimento moral é combatido como inaceitável pelo público ativista. Aos responsáveis pelo vídeo reclamam-se punições duras.
Qualquer sombra de constrangimento a uma mulher branca e bem situada socialmente faz um enorme poder de comunicação se movimentar em torno de um assunto tratado de modo monolítico. Não há espaço para dúvidas sobre a gravidade do fato. As punições são cobradas como se a intenção de que quem participou do momento fosse a de humilhar uma mulher perante uma nação inteira, humilhando também todas as mulheres naquele ato. Qualquer fissura na narrativa de denúncia do machismo é considerada conivente com o que é descrito como crime.
Eu, que tenho boceta rosa, saio do episódio mais confiante de que meu corpo estará ainda mais protegido e prontamente defendido das mais sutis formas de expressão do machismo. Se meu corpo for atacado, ou se apenas a minha imagem for arranhada, há milhares e milhares de pessoas nas redes sociais dispostas a se levantar em minha defesa.
Aí mora o racismo estrutural da sociedade brasileira. Quantos se levantarão em solidariedade à boceta que pariu Vinícius, exterminado aos 14 anos com o uniforme da escola, numa operação de forças policiais em que a morte de civis não é evitada ou lamentada, muito menos punida? Quantos denunciarão a ação como crime?
É claro que o ativismo feminista contra a violência nas redes sociais é um avanço na conquista do respeito aos direitos humanos das mulheres. Eu não tenho dúvidas sobre isto. Mas para mim é igualmente cristalino que a capacidade de mobilização e a visibilidade de um atentado à imagem de uma mulher branca produz muito mais adesão do que o extermínio das vidas negras e periféricas, que mata os homens e destrói as mulheres de outras formas.
É preciso sempre colocar a crítica sob crítica para não ser inocente útil numa guerra que se trava também por meio de narrativas e (in)visibilidade nas redes sociais e meios de comunicação. Enquanto colocamos todo o poder de protesto nisso, aquilo se torna real e possível. Protestamos ao menor constrangimento de uma mulher branca. Enquanto as vidas invisíveis, que não possuem existência rosa, são exterminadas em larga escala, por meio de políticas de Estado, que se legitimam em nome da segurança. Segurança de quem, cara rosa?
O episódio do vídeo da boceta rosa reforça a defesa da vida das mulheres. Brancas. A intervenção federal, operada por militares, com armamento de guerra usado por policiais civis também promove a defesa da vida das pessoas brancas, da classe média, da Zona Sul. A força bélica da intervenção – que mata na favela – não mata corpos com bocetas rosas, ao contrário, justifica-se socialmente para defender estes róseos corpos. Nisso há consensos da direita à esquerda.
Chegou a hora de colocar a nu a branquitude da indignação. Chegou a hora do roxo feminista unificar-se em torno de narrativas mais inclusivas e enfrentar as desigualdades em suas múltiplas frentes, territórios e cores para afirmar que todas as vidas importam e não suportaremos nenhuma a menos.
(*) Jacqueline Sinhoretto é socióloga, professora da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos) e coordenadora do Gevac (Grupo de Estudos sobre Violência e. Administração de Conflitos)

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quinta-feira, 21 de junho de 2018

Minha crônica na https://nciclos.com.br/coragem-para-agir-com-o-coracao/

Coragem para agir com o coração

“Frequentemente é necessário mais coragem para ousar fazer certo do que temer fazer errado.”
Abraham Lincoln
É preciso coragem para viver, para amar, para ser e estar. Uma qualidade tão importante que existe um dia para se comemorar: Dia 06 de maio.
É preciso coragem para viver corretamente, para lutar pelo que se acredita, para ir em frente quando tudo parece desmoronar.
Coragem para fazer a diferença e para reconhecer quando estamos errados.
Acredito ser a coragem uma qualidade que nem todos possuem. Todos nós sem exceção já passamos por situações que nos fizeram ter vontade de fugir, de correr para não enfrentá-las, por serem situações dolorosas ou que nos apresentavam algum perigo. Aqueles que enfrentam essas situações são diferentes das pessoas, digamos… “comuns”. São pessoas que causam admiração e inveja. Ter coragem é superar o medo.
É preciso coragem para reconhecer que às vezes desperdiçamos tempo e sentimento com pessoas que não tem nenhuma função, nenhum valor, que não agregam que só estão fazendo figuração na nossa vida, e ainda nos sugam.
Quanta energia desperdiçada
Desperdiçamos energia com situações e com coisas também, muitas vezes pelo simples fato de não saber dizer não. É a falta de coragem falando mais alto, não nos deixando agir com o coração. Temos que tirar da nossa vida o que não nos faz bem.  E isso inclui algumas amizades em que tu percebes que o amigo é só tu.
Mas é preciso coragem também para aceitar a felicidade. Sim! Quantas vezes nos boicotamos por medo de ser feliz, ou por acharmos que não merecemos tanta felicidade, por não acreditar em nós mesmos e pensar que essa história de ser feliz é um passo para algo ruim que vai chegar e nos desestabilizar, causando sofrimento. Recuamos e tentamos não parecer tão felizes. Melhor não demonstrar tanto, afinal, dizem que a inveja mata.
É meus caros, tenho que dizer que até para ser feliz precisamos de coragem. Minha felicidade pode “incomodar” os mais “sensíveis”. Precisamos de coragem para mudar aquilo que não está bom, a nossa vida, o rumo da nossa trajetória, sair da zona de conforto, daquilo que já não nos preenche, pelo contrário, causa um desconforto. É preciso coragem para romper com paradigmas. É preciso coragem para entrar em um relacionamento e coragem para sair dele, quando já não nos preenche, quando já não faz crescer.
Que tal agir com mais coragem?
Quando agimos conforme aquilo que pensamos, e de acordo com nossa consciência e nosso coração, estamos agindo com coragem.
Os desafios surgem a todo o momento, uns menores outros maiores, faz parte de viver. Somos capazes de enfrentá-los, basta tomarmos consciência da nossa capacidade e transformar o medo em um impulso de coragem e fazer a diferença.
Algumas decisões que sabemos que vão mexer profundamente com a nossa vida exigem mais tempo e atenção, um olhar mais minucioso e uma visão das perspectivas que se apresentam.  Depois de pensar e analisar, é jogar o medo fora e ir, sobretudo em frente, porque a vida não espera. Se terei a certeza de que estou fazendo o certo? Não sei só o tempo dirá. Mas escolhas precisam ser feitas sempre, até quando escolho não fazer nada, já estou escolhendo, como diz a letra da canção de Charlie Brown Jr:
Cada escolha uma renúncia, isso é a vida…
E viver minha gente é muito bom. Experiências mil, todo tipo de emoção, risos, lágrimas de dor, de felicidade, sonhos, vivências, aprendizados, um turbilhão de sensações, desejos, renúncias, escolhas, algumas boas, outras não tão acertadas assim, mas nos fazendo sentir vivos, parte de algo, parte da vida.
Viver é um ato de coragem que requer um conhecimento de nós mesmos, das nossas vontades, dos nossos desejos, nossos sonhos, nossas limitações. As possibilidades de acertarmos são enormes quando o desejo vem da alma, daí nos surpreendemos com a coragem que nem sabíamos que possuíamos, que brota da nossa essência de sermos muito mais que corpo. Somos seres únicos com infinitas capacidades, somos seres sempre em construção. Somos alma antes de tudo.
Se você acha que a coragem é para quem não tem medo, se engana. A coragem é para quem é forte, para quem tem força de agir para mudar uma situação difícil, para quem quer fazer a diferença, para quem consegue ser da maneira que é sem importar com o que os outros vão pensar. É lutar pelo que se acredita e ir atrás dos seus sonhos. Viver é correr riscos, é se aventurar a todo instante. Como diz Guimarães Rosa em “O Grande Sertão Veredas”
“O correr da vida embrulha tudo.
A vida é assim: esquenta e esfria,
aperta e daí afrouxa,
sossega e depois desinquieta.
O que ela quer da gente é coragem.”

CORAGEM PARA GIR COM O CORAÇÃO


CORAGEM PARA GIR COM O CORAÇÃOhttps://nciclos.com.br/coragem-para-agir-com-o-coracao/

quinta-feira, 26 de abril de 2018

ADM 11 Sobre Liberdade



domingo, 8 de abril de 2018

O uso do Nome Social


O Uso do Nome Social
No dia 12 de março de 2015 o Conselho Nacional  de Combate à Discriminação e Promoções dos Direitos de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais recomendou escolas e universidades a garantir o acesso e a reconhecer esses estudantes em suas dependências. Essa recomendação vale tanto para a rede pública quanto privada. Dentre as várias mudanças recomendadas esta a que permiti o uso do nome social nas chamadas, a utilização de banheiros e de vestiários conforme sua identidade de gênero. A nova norma que permite a utilização do nome social foi aprovada em setembro de 2017 pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), mas só foi homologada pelo MEC agora em 17 de janeiro de 2018.
Para entendermos melhor o que isso significa é preciso dizer que o nome social é aquele com o qual essa população de gays, lésbicas e travestis se identificam, conforme sua identidade de gênero. Permitir  o uso do nome social na educação básica (que compreende a educação infantil, o  ensino fundamental e o ensino médio) nos remete a um princípio fundamental que rege os Direitos Humanos, que é o princípio da  dignidade Humana. O respeito ás diferenças é fundamental  e temos que nos empenhar em combater  o preconceito  e em  incentivar o respeito a diversidade sexual.  É sabido que  uma das causas de abandono escolar e de violência nas escolas é causado justamente pelo bullying  e preconceito que a população LGBT sofre. A norma não atinge apenas o nome social, mas também dá direito ao uso do banheiro e vestiários de acordo com a identidade de gênero da pessoa. Se houver uniforme, também poderá a pessoa utilizar o que for mais conveniente. Essa norma já deveria ter sido aprovada há muito tempo. É uma reivindicação antiga da população LGBT A norma não possui força de lei, mas tem o respaldo de princípios e preceitos constitucionais. É inegável que a aprovação da norma é um avanço importante para a sociedade, mas aí alguns questionam: Como vamos lidar com isso? Os profissionais da educação estão preparados pra lidar com essa situação? Na verdade as escolas e os profissionais da educação não estão preparados para essa realidade. Qual será o procedimento que as escolas adotarão?Como ficará o uso do banheiro, por exemplo?
Fica evidente que tanto a escola como professores e pais não estão preparados para lidar com o tema, apesar de esperarmos que seja no âmbito escolar onde se encontre o meio mais apropriado para a construção do conhecimento, para discussões de temas tão importantes. Devido à falta de oportunidades de questionar às sexualidades, ficam evidenciados também o desconhecimento e a negligência com que o assunto é tratado, até mesmo como forma de não levantar discussão de algo que gera polêmica e requer um posicionamento, o que, de uma maneira ou de outra, acaba nos deixando vulneráveis.O professor precisa perceber que a sua interferência como educador nas relações escolares deve ser cuidadosa, desde o linguajar às atitudes; enfim, é todo um processo que requer cuidados especiais e conhecimento por parte do educador. A diversidade sexual deve ser explorada pelo professor, ele deve levar o estudante a aprender a respeitar o diferente, através de ações que despertem o desejo do aluno de querer entender e participar de maneira sadia dessa nova percepção. O trabalho de inclusão deve ser realizado, é fundamental que a escola oportunize a esses estudantes condições para que eles se sintam à vontade para se assumirem e se expressarem sem medos e sem constrangimentos. O debate deve ser estimulado, a compreensão das questões de gênero é necessária para que o preconceito deixe de existir, ações de combate ao preconceito e a discriminação devem ser estabelecidas e serem incluídas nos projetos pedagógicos. A abordagem do assunto requer planejamento, o tema deve ser inserido no cotidiano escolar,  abordado de forma interdisciplinar, e isso requer entrega dos professores e isenção de opiniões pessoais baseadas em seus valores; a questão deve ser tratada da forma mais natural possível, com respeito e atitudes sadias em relação ao tema sexualidade.A escola continua sendo um lugar que busca formar cidadãos conscientes dos seus direitos, provocar, instigar, favorecer as transformações pessoais e sociais.
O respeito ao ser humano e ao diverso é fundamental para termos uma sociedade com igualdade para todos.

Mariene Hildebrando
Professora e especialista em Direitos Humanos

O Povo Brasileiro - Darcy Ribeiro [1/10] ● Matriz Tupi

Primeira parte.

domingo, 25 de março de 2018



 Reflexão sobre o tema apresentado pelo grupo: Helena, Daniela, Aline e Abigail
T 12 ADM- Curso Técnico em Administração
IEE Gomes Jardim

Liberdade de crença e expressão A liberdade de crença, é a liberdade de acreditar naquilo que queira ou até mesmo de não acreditar em qualquer coisa. Nem mesmo o Estado ou a lei, podem estabelecer a obrigatoriedade ou circulação de determinada religião, crenças ou teoria aos sujeitos possíveis de sua autoridade, sob pena de violar o direito fundamental retromencionado. O direito à liberdade religiosa em suas manifestações pessoais ou coletiva, seja por palavras, atos, práticas e ritos não são absolutos elas precisam-se harmonizar à outros direitos igualmente. A liberdade de expressão é tomada seguro, mundialmente pela declaração universal dos direitos humanos da ONU, no Brasil a liberdade de expressão é estabelecida pelo artigo quinto da constituição federal, e consiste que o povo brasileiro tenha direito de tomar suas próprias decisões, ter suas ideias, revelar suas opiniões e pensamentos sem medo de que venham sofrer alguma punição ou reprovação por parte do governo ou de outros membros da sociedade, e é um conceito fundamental da democracia moderna. Portanto o direito não pode ser anulado, cedido, deixado, nem passado à diante. O estado não interfere nas escolhas dos indivíduos.


quinta-feira, 15 de março de 2018

quarta-feira, 14 de março de 2018

Universidade Fernando Pessoa, em Portugal, também adere ao Enem

Publicado por Adriano Lesme em 09 de Março de 2018 às 10:09 em Notícias- BOL

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) anunciou ontem, 8 de março, que a Universidade Fernando Pessoa (UFP), em Portugal, assinou um convênio para aceitar as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para ingressos de estudantes brasileiros.
A sede da Universidade Fernando Pessoa fica na cidade do Porto, mas também possui um campus em Ponte de Lima. Oferece cursos nas áreas de Ciências Humanas e Sociais, Ciência e Tecnologia e Ciências da Saúde.
As instituições portuguesas que usam os resultados do Enem têm liberdade para definir qual a nota de corte e os processos financeiros e acadêmicos para o acesso dos estudantes brasileiros aos cursos ofertados. 
Depois de formados, os brasileiros precisam entrar com pedido de revalidação do diploma, como acontece com todos os estudantes que se formam no exterior.

29ª adesão

A UFP é a 29ª universidade portuguesa a aderir ao Enem, a segunda em 2018. Em janeiro, um convênio foi firmado com a Universidade Católica Portuguesa (UCP). Veja a lista:
1- Universidade de Coimbra (26/05/2014)
2- Universidade de Algarve (18/09/2014)
3- Instituto Politécnico de Leiria (24/04/2015)
4- Instituto Politécnico de Beja (10/07/2015)
5- Instituto Politécnico do Porto (26/08/2015)
6- Instituto Politécnico de Portalegre (08/10/2015)
7- Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (09/11/2015)
8- Instituto Politécnico de Coimbra (24/11/2015)
9- Universidade de Aveiro (25/11/2015)
10- Instituto Politécnico de Guarda (26/11/2015)
11- Universidade de Lisboa (27/11/2015)
12- Universidade do Porto (09/03/2016)
13- Universidade da Madeira (14/03/2016)
14- Instituto Politécnico de Viseu (15/07/2016)
15- Instituto Politécnico de Santarém (15/07/2016)
16- Universidade dos Açores (04/08/2016)
17- Universidade da Beira Interior (20/09/2016)
18- Universidade do Minho (24/10/2016)
19- Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário (24/03/2017)
20- Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (05/04/2017)
21- Instituto Politécnico de Setúbal (05/04/2017)
22- Instituto Politécnico de Bragança (06/04/2017).
23- Instituto Politécnico de Castelo Branco (22/05/2017)
24- Universidade Lusófona do Porto (25/05/2017)
25- Universidade Portucalense (26/07/2017)
26- Instituto Universitário da Maia (Ismai) (26/07/2017)
27- Instituto Politécnico da Maia (Ipmaia) (06/10/2017)
28- Universidade Católica Portuguesa (22/01/2018)
29- Universidade Fernando Pessoa (08/03/2018)